Logo após o
nascimento, se for detectado que a criança é deficiente visual, é preciso
encaminhar a criança e sua família para receber atendimento especializado como:
encorajamento familiar, ajuda psicológica e estímulos especiais para o bebê, através
da fala, carinho, música e muita atenção às atividades de linguagem oral.
A criança com DV,
deve frequentar a escola regular o mais cedo possível, de preferência logo no
maternal. Também deve receber atendimento especializado em outra instituição.
Desde o maternal,
a escola deve proporcionar à criança DV, as mesmas oportunidades que oferece para
as demais, só que precisam ser adaptadas para atender a necessidade específica
do aluno (a). Havendo desde cedo o contato com crianças normais, haverá também
um progresso bem maior na adaptação da criança no meio social e mais facilidade
em compreender e conhecer o mundo ao seu redor.
Já tendo a criança
cursado o ensino infantil, não terá tanta dificuldade em prosseguir no ensino fundamental.
Porém, é preciso que a escola utilize materiais e procedimentos especiais
adaptados para esta criança como: alfabeto ampliado, método Braille, objetos
concretos, desenhos em alto relevo etc.
Quanto ao papel da
professora e do professor, é necessário que os mesmos vejam na criança DV, o mesmo potencial das
outras crianças, pois a deficiência que apresenta pode ser superada pelos
demais sentidos. Também considero que,
para trabalhar com a criança cega ou com outra deficiência, não pode ser
qualquer professor (a), porque ele ou ela, precisa ser sensível, responsável,
criativo e principalmente considerar o
aluno (a) como um ser capaz de desenvolver o máximo todas as suas
potencialidades.
Fátima Alves(1999)

Nenhum comentário:
Postar um comentário